domingo, 26 de junho de 2011



Uma historia…
Uma dia destes estava eu sozinho na praia fluvial, estava um calor desgraçado, mas havia uma brisa agradável, então sentei me numa pedra onde pudesse estar a molhar os pés, estava tudo no ponto. Passado um pouco, comecei a reflectir. A reflectir sobre um amor que eu próprio deitei fora. Sinto me mesmo mal. Eu tive a sorte que muita gente não tem. Encontrei a rapariga dos meus sonhos, nem toda a gente se pode gabar disso. Mas de certeza que quase toda a gente que a encontra, trata bem dela, já eu…
Arrependo-me tanto do que fiz. Era tudo tão escusado. Já lá vai um tempito, mas parece que foi ontem que nos beijamos pela primeira vez. Nunca mais me esquecerei, eu estava tão incrédulo que nem conseguia fechar os olhos enquanto ela me beijava, não sei se estava com medo que ela fugisse ou então seria porque não estava a acreditar que aquilo estava mesmo a acontecer.
Aiiiiiiiiiiiiii…. Ela é mesmo uma rapariga espectacular, a coisa mais linda que já vi na vida. Nem sei explicar o que sinto cada vez que a vejo, o meu coração bate tão depressa que parece que vai saltar do peito para fora. Há alturas do dia que sinto tanta falta dela que suspiro o nome dela.
É tão desesperante ter o amor a circular nas veias e não ter hipótese de o libertar cá para fora, pois ela nem sequer me fala. Mas eu nunca a vou esquecer, não consigo. Foi demasiado importante para mim. Posso afirmar, sem sombra de duvidas que foi a melhor coisa que me aconteceu. Vou sempre sentir um enorme carrinho por ela, mesmo que nunca mais me fale ou mesmo que nunca mais a veja.
Neste momento libertei algumas lágrimas, mas devido ao calar intenso que se fazia sentir, as lágrimas secaram num instante. Este calor intenso que se fazia sentir era proporcional a saudade que eu sinto desta rapariga. Sinto saudades de ver o cabelo brilhante dela, ou dos olhos cativantes que ela tem. Tenho saudades de a ouvir dizer o meu nome. Ate sinto falta de a ter a dar me na cabeça.
Amar e não ser amado, é tramado.
Após esta reflexão toda, dei um mergulho, pois debaixo de agua não consigo pensar em nada, e quem sabe, talvez ainda consiga afogar algumas magoas.

domingo, 5 de junho de 2011





Os ventos que as vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar...Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim,aprender a amar o que nos foi dado.Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre...espero eu...