
Desde pequenos que ouvimos os sons do consumismo. É assim e sempre será. Quem é que não se lembra de ouvir aquela celebre frase: "Se te portares bem o Pai Natal irá trazer-te as prendinhas que tu queres. Vais-te portar bem, sim?". E assim se enganavam gerações e gerações implementando sempre aquela ideia de que o Natal é sinónimo de presentes. Sim, é claro que os pais não o fazem por mal. Apenas pensam que os melhores presentes são aqueles que contêm um monte de plástico inanimado e colorido. No entanto, há famílias que se esforçam a acrescentam as ditas frases: "Mas olha, escolhe só uma prenda porque há meninos que não têm nada e não podes querer tudo só para ti.". Especialmente agrada-me mais este modo de persuasão infantil que apela também a solidariedade e partilha combinado com a felicidade de ser presenteado.
Posso dizer que quando descobrimos que afinal aquele velhinho de barbas brancas não entra na chaminé mas vive 365 dias por ano na nossa casa e dorme no quarto da nossa mãe que o Natal perde alguma daquela magia a que sempre nos habituaram. Porém temos de nos reinventar e perceber que andamos enganados quanto a simbologia da quadra natalícia. E depois lá aparecem as velhas máximas da Família, Amor, Saúde, Paz e Fraternidade que tanto ouvimos falar mas que nós passam ao lado como um Ferrari F40 passa por uma carroça. Damos-nos conta que afinal tivemos sempre o tal presente.
Falo por experiência própria: Num Natal sem prendas estamos mais próximos e mais atentos a pequenos pormenores e até o simples brilhar no olhar de uma criança quando abre a sua prenda e a quer partilhar nos enche a casa de luz.
Posso dizer que quando descobrimos que afinal aquele velhinho de barbas brancas não entra na chaminé mas vive 365 dias por ano na nossa casa e dorme no quarto da nossa mãe que o Natal perde alguma daquela magia a que sempre nos habituaram. Porém temos de nos reinventar e perceber que andamos enganados quanto a simbologia da quadra natalícia. E depois lá aparecem as velhas máximas da Família, Amor, Saúde, Paz e Fraternidade que tanto ouvimos falar mas que nós passam ao lado como um Ferrari F40 passa por uma carroça. Damos-nos conta que afinal tivemos sempre o tal presente.
Falo por experiência própria: Num Natal sem prendas estamos mais próximos e mais atentos a pequenos pormenores e até o simples brilhar no olhar de uma criança quando abre a sua prenda e a quer partilhar nos enche a casa de luz.